8 dicas práticas para políticos que querem cometer Twittercídio

capaQue as redes sociais estão mudando a forma como nós consumimos informação ninguém duvida. Mas se o modo de consumo está sendo alterado, o método de produção também. Nas redações ou em escritórios de assessoria de imprensa, a atenção dedicada ao que foi ou será dito nas redes vem aumentando. Não sei se é possível precisar que estamos no ápice do protagonismo das redes sociais, pois alguns exemplos de sucesso nas redes não conseguem o mesmo sucesso fora delas, mas podemos afirmar que sites de relacionamento como Facebook e Twitter se converteram em parte importante da nossa vida diária.

Para o jornalismo, a relação fonte-jornalista ficou segundo plano “graças” às redes sociais. Muitas vezes, ao telefonar atrás de um determinado político para colher uma declaração, ouvi a resposta da assessoria: “Ele escreveu sobre isso no Twitter. Olha lá”. O Twitter, rede preferida dos políticos e dos jornalistas brasileiros, passou a ser fonte de notícias publicadas nos meios tradicionais de comunicação. A manchete “Fulano disse tal coisa no Twitter” é vista quase diariamente.

Para os assessores de imprensa, as redes são faca de dois gumes. Ao mesmo tempo em que servem de via de escape quando determinado assunto não encontra espaço – pelas mais variadas razões – na mídia tradicional, também geram certa tensão quanto ao seu uso correto, pois todos sabem que, quando um erro acontece, o estrago é imediato.

Para nós, partidários da filosofia da “zoeira sem limites”, as redes nos aproximaram mais das fraquezas (por vezes tecnológicas, por vezes mentais) dos nossos políticos. Reúno abaixo uma lista de “dicas” de como cometer suicídio político no Twitter baseado em fatos reais.

Lista completa no Medium

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