Rincão do Inferno resiste contra mineração para preservar paraíso do Pampa Gaúcho

O nome não combina com o que os olhos veem. Não fosse a discreta placa feita à mão anunciando a chegada ao Rincão do Inferno, qualquer um poderia pensar que o lugar de solo inóspito de pedras, cactos e vegetação rasteira é, na verdade, um paraíso. O apelido do lugar vem justamente da inospitalidade da terra, doada à família de um escravo no passado e que hoje faz parte do território quilombola das Palmas. Situado no alto de um cerro de paisagens fascinantes às margens do Rio Camaquã-Chico, na divisa entre Bagé e Lavras do Sul, o Rincão do Inferno tem hoje apenas três moradores fixos. Onélia Franco Marques, o marido, Alcíbio Franco, e o irmão dele, Enildo Franco.

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